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24 de abril de 2013

Meu "Pequeno" Ódio!

Olá! Caros Merecedores de Mercantilismo do Mercosul Aqui estou eu, numa postagem rara admito. ando estressado e to tentando descobri o que me desestressa e voltei a fazer as coisas que eu fazia só pra saber qual era a minha válvula de escape. E quem sabe colocar uma gota a mais do meu ódio nesse tão amado blog do Inimigo do Mundo.

Pra quem não sabe, estou, POR ENQUANTO, trabalhando numa drogaria. É meus amigos, trabalhando com publico diretamente, gente doente, burra e umas letras PIORES que a minha. To naquela fase que cai um caminhão de merda em você quando você está no fundo do poço, mas o dinheiro é bom, não compensa, mas é bom.

Não, isso não é chorumela do meu presente, mas sim, a introdução. Certo?! Vamos-vos-lhes ao que interessa. Não bastando trabalhar para pessoas doentes que pensam que podem ler a receita quando nem a farmacêutica consegue SUPOR, tá de boa. O grande problema é trabalhar com gente burra.

E olhem e de preferência riam dessa minha desgraça. trabalho com uma anã, fervorosa evangélica que conversa com você, mesmo você dormindo, almoçando, lendo, sobre um assunto que NÃO LHE INTERESSA. Para não dar nomes aos bois, chamaremos aqui tal peste de "Merreca" (se fosse homem, eu chamaria de Tostão).

Tudo bem, que eu sou intolerante com funkeiros, evangélicos fanáticos, gente burra, essa vida no comércio está fazendo ficar um pouco mais amaciado com a vida. Agora só quero que as pessoas morram, não precisa ser necessariamente eu que as mate. 

Mas Merreca me faz lembrar o por quê eu odeio a humanidade em geral. E o pior, criar um problema com um grupo que eu nem pensava em querer ofender que são os Anões (os que sofrem de Nanismo, não pessoas baixas, não se preocupem).

Eu lendo na cozinha, "As Crônicas de Arthur" de Bernard Cronwell e a cretina falando com alguém na cozinha sobre como esse pessoal gay ofende a Deus, só por existir. Olho em volta, e não vejo ninguém na cozinha. Só eu e ela. Se eu tivesse certeza que não teria testemunhas, eu teria chutado a boca dela (o que não seria difícil) quebrando seus dentes.

E o dialogo foi mais ou menos esse:

Demiris: - Você está falando comigo?

Merreca: - Sim, ué... 

Demiris: - Você está falando REALMENTE comigo?

Merreca: - Porque? Não posso conversar mais?

Demiris: - Quer saber mesmo o que eu acho?

Merreca: - Se eu perguntei!

Demiris: - Acho que você nasceu na cultura e na época errada.

Merreca: - Porque?

Demiris: - Em Esparta, você seria tacada de para um poço cheio de cadáveres de outras crianças. E em outras culturas diriam que tem um demônio em você que não lhe deixa crescer, e que o ritual de exorcismo iria possivelmente matá-la durante o procedimento. E na Inquisição era só lhe chamar de Bruxa Anã que você seria queimada. Muita coisa ofende Deus, pena que nessa sociedade você não seja apedrejado na rua por ser diferente, não é?

Ai, nossa pequena garota sai  com raiva e vai falar para os outros funcionários o quanto eu sou mal. E adivinha, os que não são evangélicos me apoiaram e os que eram não me recriminavam e disseram "bem-feito mesmo". Logicamente, ganhei uma advertência verbal.

Que fique bem claro que não tenho preconceitos contra pessoas com Nanismo, sou apenas Humanofóbico. Não gosto de pessoas, e Merreca é humana acima de tudo, uma desagradável humana, mas isso qualquer um pode ser (assim como eu sou, mas é meu ponto de vista Muahahahaha).

E é... Me sinto melhor... Quem sabe não volto a escrever minhas sagas de meu Cotidiano Insano


Demiris Ikarus
(O pior que as velhinhas que atendo gostam de mim,
vai entender...)

26 de setembro de 2011

Os Már Argouro de Dona Jenova: Parte 1 - O Canceriano

Olá! Caros Operadores de Operetas Opalas de Opinões Opiósas. Aqui estou eu, com a Sra. Ikarus como a mais nova relações publicas, e estou bastante agradecidos às aparições de Rebeca Agra (puta merda, Rebeca) e Rafaela Rocha (Escapa dessa agora!), por se unirem a esse Admirável Mundo Insano de palavras insanas e sem noção alguma, mas vamos apenas as loucuras diárias.

Vamos as minhas maldições ou os "Már Argouro" da minha mãe, dona Jenova Ikarus. 

Para começo de conversa, como assim mi madre tem o poder de rogar maldições? Não se preocupe, só envolve a mim (eu espero, pro bem do desgraçado(a)). Tudo que a minha fala em relação a saude, minha mãe quando tenta amenizar alguma coisa, acaba tento algo muuuuuito pior.

Como assim? Vamos remeter ao passado...

Dona Jê (de Jenova), é uma cabeleireira de renome hoje, que largou dos três filhos em casa para ser educados como no clube da luta (por sinal, acabo de quebrar a regra número 1, nunca fale sobre os irmãos Ikarus) na época que ela estava montando sua carreira. Aos 8 anos, lembro que acordei de um jeito que não conseguia mover meu pescoço de jeito maneira. Toda vez que tentava deixar meu pescoço reto, eu chorava. E dizia "manhêêê, não consigo mover o pescoço", e ela terminando de sair fui para o colégio na posição de intelectual número 2 (não podia ser a número 4 porquê não usava óculos na época). 

Até que a minha frustada professora de ciências reparou que toda vez que eu coçava a cabeça chorava, e pediu para falar comigo em particular, eu parecendo uma pati loira que não entendia nada. Para ela me perguntar o que estava havendo, apenas dei o diagnostico de Dona Jê. E ficamos no "então tá bom".


No dia seguinte, acordo com um corpo alienigena no meu pescoço. E o que minha mãe grita às 6:30 am de uma terça-feira? "MEU FILHO TÁ COM CANCER!!!" E toda a vizinhança quis ver a criança com cancer no pescoço (?!) Até que minha irmã, Alexia Ikarus,  afasta o pessoal com um pedaço de pau e resolve me levar no médico, enquanto minha mãe chorava copiosamente e o pior, ela chorava e rodava a vizinhança pra achar um vizinho que soubesse lidar com isso, a pessoa chegava e dizia "ta fei, mermo" e nisso o desgraçado trazia a família pra olhar a aberração local (no caso, este que vos fala).


Era bem assim a fila...


Resolveram ir no médico, e minha mãe chorando ainda procurando alguém que tivesse carro para ir no médico, e indo cada vez mais longe para espalhar a história que o filho dela estava com câncer. Enquanto isso, minha irmã liga pro 102 pedindo o número de uma empresa de taxi, quando o veiculo chega, Alexia teve que procurar dona Jê para levá-la também para o hospital (ela estava já a dois quarteirões de distância contando o caso).


E chora pra lá, e chora pra cá, eu cheio de dor com um Alien saindo pela lateral do meu pescoço e minha irmã do lado do taxista, não sabendo se cuidava de mim ou de nossa mãe. E quem acha que temos plano de Saude, está consideravelmente ERRADO!!! SUS na veia, veio!


Mas felizmente, dona Alexia tinha uma amiga na radiologia, enquanto faziam a ficha ela corria para dentro do hospital procurando sua amiga pra ver se ela conseguia alguma coisa. E não é que ela conseguiu entregar a ficha e menos de duas pessoas depois forem atendidas eu fui. Mi hermana és fueda!!!


No final?! Que o único câncer que eu tinha era no meu signo e o que eu tinha era caxumba. E minha mãe totalmente bem, dizendo que já sabia e que todo mundo se preocupou atoa, e me disse: "Eu não disse que tava tudo bem?" Juro, se não fosse nossa mãe, ela teria apanhado muito ali naquele local. Principalmente da Alê. 


E voltando pra casa, só volta eu e minha irmã,. porque do hospital minha mãe foi direto pro trabalho. Nota, omiti mas escrevo agora. Ela já estava arrumada e maquiada, e ela sempre desde que me conheço por gente ela veste preto. Quando via ela chorando, já estava me velando como cadáver.


E ainda me perguntam porque não tenho medo de morrer, já cansei de ser velado! Minha mãe está sempre de luto e minha irmã apesar de tentar me matar sempre, ela acaba sendo minha salvadora e sempre me meto em roubada por causa do meu irmão. Preciso de mais alguma coisa pra ser maluco, mas tem muito mais, afinal, essa só é a parte 1.










Demiris Ikarus
(Minha mãe é o grande
urubu negro do Reveillon)

3 de setembro de 2011

Sra. Ikarus Travel - Uma Aventura na Bienal do Livro

Olá, queridos-insanos-visitantes!

Começo hoje com minha participação permanente neste blog. Como podem ver meu quarto já está arrumadinho ali do lado. Onde meus gostos e curiosidades poderão servir ou não para vocês, mas que com certeza descobriremos coisas em comum.

Como meu primeiro texto oficial venho relatar minha aventura solo na XV Bienal do Livro Rio, no meu momento correspondente-ranger.

Vamo que vamo!

Todos sabem que esse evento é muito concorrido e localiza-se a quilômetros da civilização, porque só num local em expansão como Barra da Tijuca para comportar tamanha construção nos dias de hoje (vide: HSBC Arena, Vila Olímpica, dentre outros).

Outro fato é que a última vez que tive oportunidade de estar lá foi numa excursão de escola, e acho que foi no primário, então lá se vão bons anos. E é claro, nessa época também não fica me preocupando com distâncias queríamos mesmo era perturbar professores e motoristas.

Mas por que toda essa lengalenga sobre distância?

Simplesmente, porque no meu plano inicial só iria no domingo (3/9) para passear, rever amigos e possivelmente conhecer gente nova. Ledo engano, vendo uma amiga precisando da minha ajuda não poderia deixa-la na mão. Afinal, está na minha ficha: Código de Honra dos Heróis.

Marquei de encontra-la na sexta (2/9) para ajudar na panfletagem, já que tinha sobrado alguns flyers conosco, era uma oportunidade para fazer reconhecimento do local, ajudar e ainda passear um dia a mais do que o esperado. Só que no dia anterior foi aniversário da minha mãe e fomos ao shopping para comemorar, comer muuuuito e fazer comprinhas. Que não sou boba nem nada! ;)

Só não contávamos que meu amado marido passaria mal e não poderia me acompanhar. Apesar de termos marcado com nossa amiga-autora Lucy Rangel (@lucyrangel) e com a amiga-desenhista (@aclaudiacoelho) de manhã não podemos comparecer. Resolvi que já era tarde demais para ir e mandei uma sms para dar uma satisfação e para que elas não ficassem me xingando até a última geração.

Como já era esperado não obtive resposta e comecei a me sentir culpada pelo fato. Perguntei ao Demiris se ele estava melhor e ele me incentivou a ir. Pulei da cama e comecei a me arrumar 11:30, como já estava mais do que atrasada parei para almoçar, economizar é sempre preciso!

Meio dia e dez fui para o ponto de ônibus (após fazer muita pesquisa de como chegar) e percebi que perdia um, mas fiquei na dúvida se era o certo. Cheguei na Praça XV uma hora depois, o que me deu tempo de ler mais dois capítulos de um livro.
Continuei a me informar e cheguei ao ponto final do ônibus que me deixaria da porta do evento.

Fiquei vendo a paisagem, pois adoro exercitar minha mente fazendo mapas mentais. É bem útil, pois em algum momento você vai precisar! FATO!

Para encurtar um pouco a história já que não teve nenhum caso relevante nem dentro e nem fora do ônibus, cheguei as 15:10.

Apesar de ficar me perguntando se ainda estava no estado do Rio de Janeiro, continuei minha aventura e adentrei ao reino. Procurei o mapa mais próximo, mas resolvi que seguir meus instintos era melhor, já que nunca falharam. Após circundar o local, achei uma “entrada”. Tratei de ligar novamente, e encontrei ela com mais duas amigas autoras: Mari (@marezinha) e a Rafa (@rafaelarocham).

Confesso que fiquei aliviada por tudo ter dado certo e ter ajudado, nem que seja um pouco, na divulgação do trabalho delas. Pois aproveitei pra ficar twittando do notebook da Lucy.

Chegando ao stand conheci mais pessoas do Selo Brasileiro (@selobrasileiro): dentre eles a Andressa (@_dessinha) – que não é escritora, mas tava ajudando a amiga Larissa (@bruxasdeoxford), a Babi (@babidewet) – não falei com ela, porém me fez lembrar muito uma amiga, dentre outros que acabei não pegando contato.

Sem poder comer, já ficando tarde e com um caminho logo a percorrer, saímos por volta das 20h.

Após “perder” o carro, acha-lo e descobrir que nem a Lucy e nem o pai dela enxergam direito a noite, decidi que seria uma maravilhosa volta pra casa. Nossa viagem foi embalada por som dos anos 60 =)

Cheguei ao centro de Belford Roxo e finalmente peguei o ônibus que me deixar ia na segurança de meu lar e poderia ver como estava meu amado-insano (nessa brincadeira já passavam das 23h).

Resumindo tudo: Passei por uma via cruzis multidimensional,me diverti pacas com a Bienal, só não me diverti mais porque não tinha meu Tchutchuquinho pra fazer esse dia mais especial do que ele já foi =’(





Cris Ikarus
(Meu trajeto foi rabiscado por uma
criança com um lápis de cera, só pode)

3 de fevereiro de 2011

Oniboslogia - Parte 2


Olá! Caros Ornitorrincos Onipresentes Onívoros de Outros. Aqui estou eu, depois muito tempo de trabalho e estresse de sempre voltamos as atividades semi-normais. Primeiramente, gostaria de agradecer as Dango, a Virgo e a Jhennifer que comentaram na postagem da Sra. Ikarus e a Rose, Luciane Rangel (escritora mais comentada aqui), Ana Paula Lopes, a Marcella Pinheiro, a Larissa, ao João e ao Daniel (o kobolt filho de Tenebra) que estão seguindo o blog apesar deles estar jogado meio em Gotham City.

Mas aqui estou eu para de novo comentar as minhas peripécias de ônibus. Como vocês já sabem da minha vida de total caos urbano no transporte público, mas agora vou ensiná-las (até porque parece que eu só tenho leitoras mulheres nesse blog totalmente insano). A primeira postagem está aqui.

Aprendam primeiramente a uma coisa, você está rodeado por funkeiros, então não adianta entrar em DefCon, se não você vai acabar como o ultimo figurante em filme de zumbi. Você tem apenas que sobreviver.

Eu não sei quanto a vocês, mas eu odeio quando tem um ônibus semi-vazio e vem um desgraçado que fica do seu lado com uma imensidão de ônibus. E sei que sempre pergunta um bismuto para mim: “Mas e se for uma mulher gostosa?” Minha resposta é: já viu mulher gostosa querer ficar no lado de alguém? Elas já estão de saco cheio de ter pedreiro, nego com aquela axila fedorenta e peluda, se achegando nela e ouvindo gracinhas. Vai por mim, se isso acontecer, ela deve estar achando que você é gay e é inofensivo.

A primeira tática de sobrevivência é fechar a cara no melhor estilo Capitão Nascimento subindo favela. Você tem que parecer que é um maníaco-homicida que acabou de sair do hospício (o que pra mim é fácil, estou sempre assim).

A segunda tática de sobrevivência é tentar dialogar com esses seres de mente inferiores, de preferencia use como se você estivesse falando com uma criança. Até porque a formação cerebral dele deve ser de uma criança de 6 anos. Isso funciona bem mais com mulheres, já comigo não adianta muita coisa, até porque odeio dialogar com funkeiros.

A partir de agora é quando você deixa de estar aberto ao dialogo e a sua santa paciência em parte da guerra. No caso, eu já estou nela a muito tempo parceiro...

Agora sim, você estará na condição de defesa

DefCon 1 – delimite sua área, você não vai se adaptar a pessoa chegando com um passinho na sua direção, você não vai aliviar, muito pelo contrario. Você vai em direção dele, mas vá com uma vontade de incomodar ao mesmo. Você chegou a um ponto que você não pode ser mais a vítima. Uma coisa que eu aprendi foi que as pessoas de ônibus não sabem quando estão incomodando, mas sabem exatamente o que as incomodam.

DefCon 2 – Identifique o que lhe incomode e ataque. Como? O desgraçado está com o cotovelo na sua cara? Enfie o seu cotovelo no pâncreas deles. Ele está prestes e pisar no seupé, pise no pé dele antes. Ela está ouvindo Aline Barros naquele celular sem fone de ouvido, coloque Matanza para ela escutar ou KillswitchEngage.

E antes que perguntem, sim. Eu já fiz tudo isso.

E voltaremos com mais coisas insanas.



Demiris Ikarus
(Morando nas 12 Casas do zodíaco,
Mas 4 delas foram interditadas pela Defesa Civil).

27 de junho de 2010

Arquivos Secretos da Legião do Mal: Sambando com Demiris

Olá! Caros Coringados Com Corisas Com Codornas Comediantes! Agora mais um vídeo insano meu, depois de expor a Sra. Ikarus com fotos de vestido, comigo cantando Lá Vem o Alemão dos Mamonas assassinas. Um verdadeiro atentado terrorista, e não, não tem rosto nessa filmagem pirata! Mas pra quem duvida que sou eu nessas cenas ridículas, a Sra. Ikarus está lá! Essa gravação foi feita, quarta-feira, na semana de estreia de Batman: o Cavaleiro das Trevas. E vamos a minha micagem e junto com minha voz horrosa, meus passos estremamente toscos e vontade de passar mico.






Estou mais magro depois das filmagens!




Demiris Ikarus
(reparem na minha mão gay, é pra você Cyborg)

16 de maio de 2010

Sardinha Expressa!


Olá! Caros Trepassadores de Trevos de Trens Trevisan das Trevas! Estou aqui novamente para postar mais uma de minhas rotinas insanas, meus caros Bulcentauros. Pra quem não é do Rio de Janeiro, não sabe que esse meio de transporte é sucateado pra caralheou, o que é um fato. Mas é ainda um meio de transporte com um potencial impressionante; pois você pode ir a qualquer lugar do Rio de Janeiro (cidade) numa de velocidade. Afinal, trem engarrafado só quando um descarrilha.

Ai sempre tem alguém que reclama da superlotação. Lógico que vai ter superlotação em horário que todo mundo resolve sair e você quer ir confortável? Meu caro Bismuto, vá se ferrar, e sempre tem um pseudo-esquerdista que reclama de tudo, que a supervia não tem respeito pelos passageiros, e blá-blá-blá-puta-que-pariu-só-na-minha-bunda. Só quem precisa pega trem, não quer? Vá comprar a porra de um carro.

Quer ir em trem vazio? Vá às dez horas da manhã! Mas eu tenho que estar no trabalho as nove! Então meu caro, vá-se-fuder! Andar de trem é uma arte, você tem que ter um mp4 potente quanto um show do System of a Down numa quitinete, porque sempre tem um cretino que comprou um celular que toca música e não usa\comprou o fone de ouvido. Que sempre toca no máximo três músicas em loop, e que você não suporta.

Como aconteceu uma vez, um moleque do colégio publico com o celular que custa mais do que tem tudo que eu tenho na mochila. O cretinho no banco tocando Belo apenas uma música em loop, e eu do lado dele e em pé, em um volume absurdo. Daí, eu perguntei curioso:

(Demiris) - Vem cá. Quanto foi esse celular?

(Cretininho) – Foi duzentos reais! *todo orgulhoso pelo status*

(Demiris) – Quer ver um aparelho de celular de duzentos reais tocando musica voar pela janela?

Não é que o cretinho desligou o celular!? Ai a mãe da Sra. Ikarus fica morrendo de medo que aconteça algo comigo, mas se o cara estivesse carregando uma arma, ele não estaria em um trem lotado onde ele não conseguiria nem mover uma arma. Estaria no máximo em um ônibus.

Como a nova política da Supervia de não permitir mais a porta do trem aberta, por causa dos acidentes recentes com um trem que eu havia perdido para voltar para casa e peguei o próximo, quando eu vi o trem que eu havia perdido tinha descarrilhado e o teto parecia uma tampa de lata de sardinha coqueiro que não tem abre-fácil.

Deve ser de tanto encarar processo, mas sempre tem um babaca que quer os ventos nos cabelos, o que eu não entendo, pois geralmente esse cretinho está de boné e tem cabelo cortado NO MÁXIMO na máquina 3, com o clássico cabelo de “sou de facção criminosa”.

E eu nem me importo de estar prensado entre pessoas ouvindo meu podcast desde que o trem esteja em movimento. Se eu soubesse, teria ficado do lado de fora. E enquanto ele vê a paisagem vem a do trem, vem a mensagem divina do maquinista “O trem não dará partida com as portas fechadas”, e começa o festival dos pseudos – defensores dos direitos humanos reclamando que aquilo era um desrepeito, e blá-blá-blá-puta-que-pariu-só-na-minha-bunda. Mas isso é só da boca pra fora.

E eu que estava atrasado como sempre, tinha que fazer integração para pegar outro trem. E eu perto do infeliz e a bateria do MP4 acabando e a Dona Jenova (Mãe do Demiris Ikarus), falando que eu era inútil. Estava de ótimo humor, estava alegre com a vida e pensando que se eu falar com educação ele iria me atender. Ledo engano.

Eu com toda gentileza me segurando nas barras de segurança e empurrado as pessoas atrás de mim e chutei, com os dois pés, o gentil rapaz voou do trem de volta para a estação e a porta fechou. Alguns falaram “Que cara grosso”, outros “que cara violento”, mas acho que a maioria dos homens falou “Se ele não tivesse feito, eu teria feito”.

Isso é tão terapêutico que repeti isso mais cinco vezes, só parei quando vi um dos guardas perguntando se viram um cara que andava chutando as pessoas para fora dos trens. Por mais que fosse divertido, melhor eu parar com isso, mas tinha quer haver um ultimo causo antes de abandonar a minha “era da escrotidão” de vez.

Ir sentado no trem desde o começo ao fim, é quase como você fosse um escolhido de deus. E todo mundo quer ser, então é uma corrida foda, e lógico eu queria ir sentado. Por causa da dessa febre, tomei uma cotovelada na boca e fiquei meio zonzo e vi lá o banco me esperando, mas de repente alguém tacou uma bolsa no meu banco.

Eu mal tenho respeito pelas pessoas, o que dirá sob, objetos inanimados. Peguei a bolsa, deixei no meu colo e esperei a dona. Me passou a idéia de sair com a bolsa e pegar o que eu queria e vender\doar o resto, porque sinceramente, eu não abandono minha mochila por nada, a não ser em lugares próprios onde eu pego um cartãozinho, mas não! Eu tive que ficar com a bolsa no meu colo esperando a dona.

Admito que era uma mulher linda, mas ainda assim, sou mais a Sra. Ikarus e meu cavalherismo estava menor que meu cansado. E a mulher chega uma puta-loca, e ficou putaça quando me viu e começou o papo do insano com a puta-loca:

(Mulher) – Você não pode fazer isso, esse lugar era meu!

(Demiris) – Mas eu cheguei primeiro, isso aqui é um trem, não uma democracia! Só respeitaria esse lugar se você estivesse aqui.

(Mulher) – Mas é a minha bolsa, me dá ela agora!

(Demiris) – Me dê a minha bolsa, POR FAVOR!

(Mulher) – Me dá a minha bolsa AGORA!

Pra que! Eu com os meus surtos psicóticos, dando as piscadelas de assassino serial killer. Taquei a bolsa para fora da janela pelo mesmo jeito que ela havia entrado. A mulher começou a me xingar e eu disse:

(Demiris) - Vai ficar me xingando ou vai pegar a bolsa? O trem já vai sair.

Lógico que ela preferiu a bolsa, fiquei novamente sendo chamado de escroto, só uma velhinha me apoiou dizendo que ela estava errado. E a Sra. Ikarus também disse que foi bem-feito.

E conto as outras histórias um outro dia!




Demiris Ikarus
(Loucura?! Isso é SPARTAAAA)

28 de fevereiro de 2010

[Postagem Pirata] - Isso no que uma mulher no meio de homens

Olá! Caros Xerifes Xerograficos de Xerém! Acabo de encontrar coisas muito interessantes aqui, no PC da Sra. Ikarus. Não é mesmo que ela escreveu!!! Aqui vai um texto que ela fica enviando pro diário pessoal dela (leia-se Fernanda Medina e Luiza dos Santos). E postar aqui que é bom, nada!!!

Vamos ver o que ela escreveu!!!

*****

[ Semana passada – Sábado ]

Já tinha desistido de ir na cachoeira pq o De não queria ir e nem liga muita pra “natureza”. (. Só que a tarde quando cheguei lá o Sano estava (foi pegar um filme) e ficamos zuando um pouco vendo vídeos e músicas, até que ele foi embora pra nos deixa aproveitar o dia. Então vem a notícia: “Vou na cachoeira com o pessoal segunda.” 

Comassim??? O___O’ 

Pensei rápido e percebi que tem tempo que ele não compartilha momentos a sós com os amigos e isso é necessário ^^ Disse que estava tudo bem e que não tinha problema algum nisso. (Sendo que ele sabia que estava louca pra ir na cachoeira), . Sempre havia a possibilidade de alguém furar no último minuto e eu seria encaixada na mesma hora, mas não levei muito a fé, resolvi abstrair.

[ Domingo ]

Ele veio pra cá, passamos o dia juntos (internet, conversar,...)  e tinha o desfile das escolas de samba e eu adoro assistir ^_^ Como não ia acordar cedo resolvi tentar o que faço todo ano, sem sucesso, que é assistir aos dois dias de desfile. Fui dormir às 6h xD

[ Segunda – de manhã – 8:30h]

*toca o telefone, estou dormindo* / *pai entra no quarto me gritando*

- Hã? O quê? Quem? – Totalmente atordoada

- É o Demiris no telefone – pai já impaciente

*pega o telefone*

- Alô!

- Alô, querida! Ainda quer ir na cachoeira? – Demiris do outro lado da linha serelepe

- Ah, tá! Quero sim! – Coordenando o máximo que podia das palavras

- Daqui a pouco tamo passando aí pra te buscar ^^

- Aí aonde? – Faz careta de interrogação *dã*

- Na sua casa, é óbvio! – Demiris com toda a paciência ( - Na cachoeira. – Sano responde ao mesmo tempo em tom de zuação)

É eu merecia uma resposta dessa, tava muy loca! xD Só tinha dormido 2 horas. Se normalmente já não sou lá essas coisas quando acordo. Imagina sem dormir direito RS Levantei cambaleando, sem ter nada arrumado e fui tomar banho (passando pela cozinha e avisando que ia sair) Minha mãe me olha “fuzilando”. Tá bom que só tenho pique pra diversão, mas fazer o quê? u.u’

Em 10 minutos a campanhia toca e já eram eles (Sano, Demiris, Gatsu e Diogo), o Heero não foi encontrado no tal ponto de encontro. Lógico que fui a primeira opção ;) Apesar de que poderiam ter deixado um lugar no carro sobrando. Só que eu sou a 1° dama *se gabando :p*

E ninguém fez objeção quanto a isso ^^ *me sinto tão aceita* Qualquer coisa eu era um traveco operado e eles não tinham preconceito xD ( é nisso que dá 4 homens e uma mulher)

Arrumei o que pude e finalmente fomos, rumo a Xerém (Deusoliiiiivre xD~)

Ninguém sabia o caminho *muuuuuuuito bom*, tinhamos um mapa mais ou menos tirado é claro do Google Maps, já era alguma coisa.

Tá bom que erramos numa virada e tivemos que pegar o retorno mais a frente. O mais engraçado foi quando paramos num posto pra pergunta e o caro não conhecia a rua, mas pra chegar em Xerém conhecia ¬¬’ Era a mesma coisa xD Depois dentro as cidade a mesma coisa, aí perguntamos como chegava na cachoeira, bem mais pratico.

Estacionamos numa rua fechada e fomos andando até a bendita, fora a caminhada em mata fechada lá dentro *_____*

Me senti num RPG live-action. O De falou a mesma coisa e eu fiquei tão feliz!! *__________*

Isso pq vc não viu o lugar de queda livre que passamos, sem nenhuma segurança!! Era só uns ferros ligando um ponto a outro. E não tinha caminho diferente ¬¬’ Fiquei com um medo >< Até apaguei da memória, só fui lembrar na volta T____T’

Cansei de andar e disse que o lugar já estava bom pra aproveitar, jogamos as tralhas e fomos pra água. Não gosto de água fria e aquilo é congelante *brrrrr* e como era cheio de pedras não dá pra se jogar de uma só vez e sentir o impacto logo, tem que ir se molhando aos poucos.

Entre brincadeiras na água, conversas, fotos, perdidos dos amigos (que raiva por duas vezes, só pq somos um casal u.u’ – nós é que deveríamos fazer isso e não o contrário xD)

Ficamos até 15h e fizemos o caminho inverso. Paramos no carro pra eles lancharem (de novo) e esperamos o carro esfriar (ficou no sol).

Na volta a carro tava meio ruim na hora de passar a marcha e de desempenho com os combustíveis (carro do pai do Sano e pelo jeito cheio de manias). Acredita que passamos da entrada?! A pista da pra Petrópolis, tentamos manter a calma e achamos que teria um retorno mais a frente – doce ilusão. 

De repente começamos a subir a serra hauahuahuahua Significando que não tinha mais volta e que teríamos que ir até lá (cidade) pra voltar. O jeito foi aproveitar a vista e o ar puro. Chegando lá, quase que ele pega a pista pra BH só de sacanagem ¬¬’ 

Entramos na cidade e resolvemos tirar foto pra registrar nossa perdição e que convenhamos foi num lugar muito bonito *__* 

Rumamos de volta e na descida ele disse que o carro estava em ponto morto, ou seja, sem gastar nada só no embalo da descida, o marcador chegou a 100km/h O_______O’ Detalhe: Sano não é tão experiente no volante. #medodemorrer

Chegamos em Caxias e passamos na casa dele primeiro pra depois começar a entregar o povo em suas respectivas casas. O carro voltou na subida 3 vezes xD Aí o De fala: Não acredito que sobrevivemos a Petrópolis pra vir morrer aqui! ¬¬’ Graças que o carro foi e nada aconteceu. Ainda perdemos mais uma ou duas horas vendo vídeos na internet.

[ Noite – 19h ]


Deixamos o Gatsu em casa e ninguém mais tinha idéia de como voltaríamos. Sano como motorista e não conhecia nada, Demiris largou de mão, Diogo já tava preocupado em como voltaria pra casa (ainda tinha que pegar ônibus pra Nilópolis), sobrou pra mulher do grupo tomar uma atitude. Ouvi atentamente a explicação e mandei o sair seguir. Chegamos direitinho aqui em casa ^_^

Tranqüilizei o Diogo mostrando o ponto em que ele pegaria ônibus e fiquei pra fazer companhia. Então, Sano e Demiris foram embora fechando assim o ciclo.
Descobri depois que quase bateram num ônibus aqui perto. Pq erraram a rua e Sano ficou sonolento. Depois do susto ficou esperto ;p

[ 20:45h ]

Chego finalmente em casa! Em resumo deu tudo certo e todos ficaram felizes. Já estamos marcando outros programas juntos ^_^ Infelizmente tá faltando muita coisa, mas acho que o e-mail já tá gigantesco e não vou mais tomar seu tempo.

Saudades! Aguardo notícias!
Bjo, bjo! ;)


P.S.: Heero foi reclamar com o Sano por terem me levado no lugar dele. Ou seja, deu sinal de vida. Só que ninguém sabia onde ele morava e a culpa foi dele por dormir demais. Eu que tratei de aproveitar xD~

 _____________________________________________
Ta vendo o que a gente descobre no PC da noiva!!!




Demiris Ikarus
(É, fui pego postando isso!)

10 de janeiro de 2010

Jair Vasquez e otras cositas más!


Olá! Caros Insanos Impúberes Impuros de Imbarie! Já tem um bom tempo que não escrevo nada, mas foi por pura falta de inspiração, mas se o Combocast voltou e o blog do Doutor Careca (JM Trevisan), também voltou, porque não, o Inimigo do Mundo voltar também!?

Pois bem! Estou aqui para primeiro contar a minha fatídica história da minha “aventura” como Sra. Ikarus diz do Show do Jay Vaquer. Pra quem não conhece Jay Vaquer, leia a postagem sobre ele clicando aqui. Mas vamos à minha fatídica e insana história!

Pois bem, começamos bem já com os ingressos comprado pela Ana Claudia do Blog da Shermmie e ilustradora (porque desenhista é termo depreciativo e pouco profissional). Em Belford Roxo, conhecido pelos moradores por Belford Purple, conhecido por mim como Bel. Lilás. A nossa beldade, Sra. Ikarus chegou a tremer quando estava com os ingressos na mão. Impressionante o que um pedaço de papel pode causar numa pessoa.

E com a minha recém, câmera vagabau comprada em 24 vezes no crediário (não fiz isso não, comprei em cash!), tirei fotos do ingresso com ingresso com os enfeites do quarto da Sra. Ikarus, tudo desfocada. Convenhamos, pra quem odeia tirar foto, ter intimidade com uma máquina fotográfica é meio traumatizante.

E agora vamos ao dia do show, chego na casa da Sra. Ikarus, e ainda ela se arrumando. Pode parecer comum para todos os outros, mas a Sra. Ikarus é tão paranóica quanto eu com horário. Ela assumiu que havia simplesmente apagado, e acordado meia-hora antes do horário combinado. Bem, como eu iria ainda cortar o cabelo (sim, meus caros Bismutos, eu cortei o cabelo), mas se chegássemos atrasados, por via das dúvidas, iríamos diretos para o local do show. Simples, não?!

Mas a musa desse Blog entrou em paranóia, eu ficava tonto com o ir-e-vir da Sra. Ikarus pela casa. Inclusive pelo polêmico caso da “blusa decotada”, que foi uma blusa com um decote bastante ousado, que ela só deu jeito porque tinha algum tipo de defeito e que ela pegou no dia show (nota do autor: como a preparação pra esse show foi bem corrida). E pessoalmente, eu não liguei, afinal tudo naquele decote “me pertencia”, e daí que o povo olhe?! Invejem-me!!!

Porém a mãe da Sra. Ikarus, entortou o nariz, e pensando bem, é complicado deixar a nossa filha sair com um decote daquele. Mas, tem uma clausula no contrato do Sr. Ikarus e da Sra. Ikarus imposta que é o seguinte: “eu saio com a roupa que eu quiser e você trate de me proteger”. Logo, eu que me vire, mas realmente nunca liguei. Até que a Sra. Ikarus se olha no espelho, volta pra falar comigo que estava sentado no sofá e me pergunta: “Como você vai me deixar sair com o decote desse?!”

Sacaram que não se pode agradar uma mulher?!

Pois bem, a solução foi colocar um top, que vendo, combinava bem melhor com a blusa, e lá fui eu catando guarda-chuva, casaco, chinelo, todos os itens que ela se perguntava o porquê deu querer levá-las. O prevenido vale por dois, não é?!

E a Sra. Ikarus, desesperada, nota: estávamos saindo de Duque de Caxias, às 19:00, o Show era às 22:00. Ela nervosa e eu calmérrimo, mas chegando na Saída da Linha Vermelha, ela se acalmou. Fomos para botafogo, no Salão da minha carrasca e Matrona, dona Jenova Ikarus. Já deixando avisado que eu iria me livrar das minhas irritantes madeixas, que chegavam aos incríveis um palmo de pedreiro, tomando banho, eu parecia alguém do Fresno, e ele seco eu parecia algum negão caricato da década de 70/80.

Entro, e mais pessoas que me viram desde meus 6 anos, que eu não lembro nem a pau. E cadê que uma das cabeleleiras (sim, Sra. Ikarus, sempre rodeados de mulheres...) tinha coragem de cortar meu cabelo. Sra. Ikarus, com o coração na mão, e ninguém com a tesoura na mão. Até que a Madrinha do meu irmão mais novo, popularmente chamado de “o branquelo”. Tomou coragem e cortou pela metade, aprovado pelas mulherada e meia-boca por mim, mas eram todas as mulheres a favor do corte e eu pedindo mais curto, como eu desconsidero opinião de homens, deixei o cabelo do jeito que está, depois das hostilidades das duas Leoas Ikarus (Dona Jenova e a Sra. Ikarus) fomos para o Vivo Rio, que por incrível que pareça, não sabia onde ficava.

Mas fui no Google Maps no dia anterior e memorizei mais ou menos onde ficava e fiquei pentelhando o motorista, até que misteriosamente o motorista e a Sra. Ikarus viram uma luz vermelha, que eu sinceramente não vi, vi algo verde e luminoso. Mas nossa musa fala uma coisa, não tira da cabeça, e eu suspeito por não enxergar de longe muito bem. Vai que finalmente eu fico daltônico?!

Fomos andando parte do caminho e eu ainda com aquela coisa na cabeça, do tipo: “Será que eu to Daltônico?!” E Chegamos e adivinha?! O letreiro escrito “VIVO RIO” era mesmo... VERDE. E eu feliz por não ser o daltônico da história!

Não vou comentar o show, até porque teve o Jay Vaquer cantando. E era o principal, não é?!

Mas vamos pular para a fila do autografo, até porque eu gosto do Jay Vaquer. Estávamos esperando em uma fila enorme do Jay Vaquer, primeiramente em pé, mas depois eu mesmo e a Sra. Ikarus, que raramente sede as “sujeiras” da vida. E foi o clássico, anda e para, e a fila era tão grande que parecia que todo mundo do show queria autografo dele. Foi eterna, tanto que a casa de show estava fechada conosco lá dentro, metade amaldiçoando-o pela espera.

Mas o verdadeiro bizarro que ele estava fora da casa de show, na verdade, praticamente expulso e ainda sim, continuando dando autografo. Não, nem eu, nem a Sra. Ikarus tiramos fotos com ele, mas eu que só queria um aperto de mão, recebi um abraço suado. E realmente, isso não me agradou muito.

Saímos de lá umas 4:00 am, indo pela madrugada adentro até chegar no ônibus. No centro da cidade do Rio de Janeiro, lugar desolado em um sábado, eu nervoso e sussurrando, até porque se fosse eu sozinho, seria mais tranqüilo, mas é complicado pra mim, quando tenho que garantir segurança de outra pessoa, e a Sra. Ikarus, serelepe, saliente, pimpona por ter conseguido o autógrafo e dizendo que não conseguia reconhecer nada de noite.

Até que chegamos no ônibus e o nosso motorista, acredito eu, estava transportando drogas ou um cadáver, porque ele pisou fundo, tanto que eu nunca cheguei tão rápido em Caxias... E essa foi parte da jornada, pelo menos a parte interessante! Vamos ver se com essa postagem, eu emplaco com o blog de novo.

A seguir os autógrafos tão sonhados e prometidos!








Demiris Ikarus
(O Mala que canta Jay Vaquer,
Lenine e Zeca Baleiro no trem!!!)

4 de outubro de 2009

Um dia cinza!

Olá! Caros Faladores Falastrões Mal-Falados! Desculpem mesmo não postar pelo longo um mês que se passou, mas estudando feito um corno eu acabei deixando o meu admirável mundo insano parado e passei uma temporada no meu odiado mundo sobreo (isso dá nome pra outro blog), mas vamos ao que interessa.

Muita gente adora dias ensolarados, adoram aquele céu azul sem nuvem alguma no céu, com aquela brisa refrescante; mas prefiro meus dias frios. Nada contra os dias ensolarados, tirando o sol na minha lata e eu sou fotossensível (sim, sou um insano fresco). Gosto de dias chuvosos, eles não tem potencial, não tem possibilidades, e muito pelo contrario, eles te fazem querendo ou não ficar em casa.

Eu gosto dos dias onde o céu está cima, onde minha vizinha diz que “Deus está triste” ou “Deus está chorando”. Apenas acho que ele está refletindo, e não quer se preocupar com ninguém nas ruas, claro que vai ter alguém dizendo que há desabamentos em casas, mas pra quem acredita em Deus ou mesmo em destino, implicitamente deve pensar que merecia acontecer ou isso está nos planos maiores de Deus, mas esse não é o assunto.

Gosto de ficar em casa ouvindo o barulho da chuva, enquanto ela simplesmente cai. Ela é simplesmente imprevisível e não se importa em cair, no momento em que ela quiser. Ela também lhe dá aquela sensação de ser afetado pelo inevitável, e o grande pior é quando você tem que sair seja para trabalhar, estudar, ou outra coisa... O que é criar uma fibra moral com seus compromissos e abrir mão do conforto.

E meu gosto bizarro de andar na chuva, claro que não saio de casa no meio de uma chuva torrencial pra comprar pão. Mas inevitavelmente, não me incomoda sair molhado por ai, me preocupo mais com a idéia de alguém estar molhado que seja conhecido meus. Deve ser por isso que saio por ai sem guarda-chuva e com mais roupas que uma mulher mulçumana...

E mesmo com chuva nas costas, as pessoas não lhe olham com aquela de cara de “pegou chuva, que nojento” o máximo que fazem é fazer uma ironia ou brincadeira. E geralmente é o que acontece comigo, mas devo admitir que da ultima vez que apareci todo molhado, recebi uma toalha. Admito que nunca, nem mesmo da minha mãe recebi uma toalha. Fiquei feliz em recebê-la, e mais ainda em receber dela.

Gosto dos meus dias cinzas, e incrivelmente passo a gostar cada dia mais da cor verde...






Demiris Ikarus
(Não tem berinjela...
Que triste, Itachi!)

14 de junho de 2009

Demiris Landando por aí!

Olá! Caros Cafécoolatras Catequizados de Cara Caramelada! Voltamos aqui com a insistência de um operador de telemarketing, mais maligno do que a Nazaré Tedesco e mais inteligente que a Carla Perez!

Ando um pouco fora da net, ainda porque até mesmo não tenho telefone por enquanto, sinto falta das minhas amigas e meus amigos (preferência das amigas porque homem é tudo fedido). Mas que uma coisa que eu reparei em mim, é que eu depois do meu vício de podcast, me sinto de uma maneira, melhorando na área de tecnologia.

Ainda sou um analfabeto em informática, mas graças há alguns podcast eu começo aprender, e é engraçado que eu vou pra lan house baixar e vale a pena para ver a cara do povo me vendo entrar.

Exemplo de funkeiro padrão na Lan House:

Indivíduo entra, coloca Zum Reals (um real) para colocar 40 minutos ou coisa parecida, se for do sexo feminino, vai futucar o orkut e o MSN para conversar com a amiga dela que esta do lado dela pelo MSN (na máquina do lado). Se for do sexo masculino, abre o Youtube procurando cenas de sexo e vê fotos da Choppada que deu na Via Show, e fica cantando funk pela Lan.

Demiris entrando na Lan House:

Entra na hora em que os “alunos” deveriam entrar na escola e entro direto sento numa máquina acesso o link e começo a fazer downloads (na banda-larga de casa, eu conseguia uma taxa de 10 kbps. E da Lan eu consigo 70 kbps na pior conexão). Baixo as coisas para um Pen Drive e saio feliz com basicamente 200 mega em menos de uma hora! Bestificante, não?!

E o pior que o desgraçado ainda fica pegando as músicas do servidor pra ficar ouvindo. E chora quando não esta na máquina. Não sabe usar a rede da lan pra pegar o desgraçado do arquivo. E eu ainda vim na mesma "Kombi" que ele, chamada Inclusão Digital.

*****

Sinceramente, é meio bizonho. Parece que da minha "Kombi", só eu sobrevivi e evolui. Mas ainda não me declaro um auto-didata, e pra falar a verdade, não me declaro isso até porque esse conceito pra mim, é o cara que tem também memória fotográfica se o cara é auto-didata, ele deveria ser pesquisado, que isso é um passo pra gênio. Sou meramente um curioso.

Fui descobrir esses dias que Shift+Del apaga definitivamente um arquivo... Impressionante como eu sou burro!




Demiris Ikarus
(O cara que fica rindo,
e com um boné no fundo de alguma Lan House).

6 de maio de 2009

O Aventureiro do Bairro Proibido


Olá! Caros Aventureiros Avícolas de Aviões! Volto aqui eu para falar agora de desventuras desse Insano. Pois é... sei que tem gente aqui que adora essas sessões pra rir e pra me sacanear depois. Vida de exilado é complicada!

Pois bem, primeiro vamos ao domingo passado, não tava me sentindo bem já havia uma semana, mas nada que não me fizesse parar de andar, e ainda tinha chegado em casa meia-noite e meia por causa que a Sra. Ikarus, não me deixava sair (Não to reclamando, só comentando).

Pois bem, como estou desempregado pensei que teria descanso, já que é a minha mãe que cuida do fiote (irmão menor de 4 anos) segunda-feira, mas a Madre Ikarus acabou indo pra gandaia e não voltando. Com apenas 3 horas de sono (claro que tinha que checar e-mails e tava passando filme legal, fui dormir às três da madruga) e tive que acordar as seis da manhã. Arrumar fiote, fazer café e levar o moleque, 1 hora de ida e de volta... E pra quem não conhece meu irmão, ele fala, fala, e fala! Puxou a mim nisso, mas até mesmo ele sacou que eu não estava bem, e ficou quieto!

Pensei que no mínimo poderia descansar quando chegasse em casa. Que nada... Nossa amada e querida Madre Ikarus, estava lá disse que eu tinha que colocar capas nos colchões das camas, o meu colchão tudo bem tem no máximo quatro dedos de espessuras, do tipo que você sente o estribo da cama, mas o da minha mãe é o de casal, aquele que você afunda de um palmo e meio de espessura, enquanto eu fazia essa missão, ela arrumava roupas pra doar porque o meu irmão cresce exponencialmente, cada dia parece que ele cresce mais.

Depois de uma hora (11:00 am), eu termino e ela ainda está escolhendo roupas pra doar. Finalmente posso dormir, sim?! Não!!! Ela diz que tenho que ir pra Caxias (leia-se 2 horas de ida) pra pagar ao pedreiro da casa, mas que primeiro tenho que pegar o meu CPF (já que a minha 1ª via foi roubada) e passar no banco pra pegar o dinheiro.

Bem, por mais que eu tivesse mal, era Caxias, poderia pelo menos ver a Sra. Ikarus. Primeiro passo no correio (nota: meu passar mal começa a piorar pelo esforço que eu fiz de colocar as capas nas camas), fico meia hora na fila pra mulher que vai me atender falar que eu preciso do titulo de eleitor, da carteira de identidade e do numero do CPF perdido... mas eu não sei.

Então, como não consegui tirar a segunda ia, fui pro banco, era meio-dia já! Sabem que banco em horário de almoço é op inferno, 40 minutos na fila descubro que minha mãe errou a própria assinatura. E o banco não é perto, são 15 minutos a pé da minha casa.

*primeiro vomito do dia!*

Volto pra casa e mando a Madre Ikarus para o banco resolver, e o que ela diz: “Liga não, vou até o trabalho e pego o dinheiro, não quero ir pro banco não”. Ai fui dormir...

Acharam mesmo que era tão bom assim?!

Minha mãe descobre que estávamos sem gás e perde o número da entrega... E o único lugar que ela conhece é o posto que fica dentro do Dona Marta!, sim amiguinhos, dentro da favela. Muito legal, né?!* (*frase altamente sarcástica).

E a distancia da minha casa é de oito quarteirões, e eu desesperado, passando mal indo pro meio de uma favela pra pegar um bujão de gás, muito bom, não acham?! E nota: minha mãe ia pra Caxias dali e eu carregar o bujão sozinho, vomitando por ai. Nessas horas eu queria que o cordão umbilical tivesse me estrangulado...

Pois bem, lá fomos nós. Sabe aquela frase que “você é seu pior inimigo”? Pois bem, ela é verdadeira. Um comentário agora cai bem: a Sra. Ikarus tem um incrível poder que eu não tenho, que é de simplesmente ignorar as coisas. Já eu não, quando eu olhei aquele antro de Fainkeiro, eu fiz a mesma cara de um Evangélico entrando numa loja de umbanda.

Pois é, e o pior. De acordo com a Madre Ikarus, que chamaremos aqui de Jenova! Disse que o cara do Gás ficava na metade no morro. Traduzindo, eu teria que subir pra pegar o bujão de Gás também, afinal eu sou “o homem da casa” como se isso fosse grande coisa... E fomos a direção do meu inferno...

*Segundo vômito do dia*

Bem, já sei como um Palestino se sente em Israel, e eu pensando “Nem aproveitei a vida, pois é... se eu morrer não vai ser sem briga”. Bons últimos pensamentos, boa ultima bravata. Até que eu vi um comboio policial, bem pelo menos o foco dos olhares foi menos pra mim.

E pra quem não conhece a Dona Jenova (Madre Ikarus), ela não é e nunca será uma pessoa discreta, se vocês me acham histérico, porque não a viram em ação. Ela me entra perguntando a qualquer um onde vende um bujão.

Uma explicação rápida: traficantes mantem também certos negócios que não envolvem somente drogas, mas sim como estação pirata de TV a cabo e Internet, pirataria de cds\DVDs e vender bujão. E estava ocorrendo uma operação policial no momento. Legal, não?!

Pois bem, uma hora Dona Jenova, desistiu de sair perguntando: ai vocês pensam que acaba aqui, né?! Vocês realmente não conhecem minha mãe.... Ela me resolve gritar no meio da favela perguntando: “QUEM VENDE BUJÃO?!!!” E sim, eu devia ter morrido com o cordão umbilical me amarrando com um nó cego.

Eu a puxo pelo braço e digo: “Para de gritar, quer servir de alvo-humano”, e o que ela me responde?! “Demiris, para de ser exagerado”. Ela grita por bujão no meio de uma favela em operação policial, minha vida é deprimente, eu sei...

Ela chegou a perguntar pra um policial, até que eu vi uma barraca que tinha um bujão ao fundo e perguntei, ao fundo minha mãe gritando “QUEM TEM BUJÃO??!!” Paguei o bujão e fui depois levando até onde minha verborrágica mãe estava, dizendo “ta aqui, agora dá pra calar a boca?!” E ela ainda me chama de mal-educado, “A Vida é Inimiga. –disse a formiga”. E começo minha via cruzes, só que ao invés de uma cruz estilosa, vou carregando um bujão nas costas. Se bem que filosoficamente, ambas tem significados bem próximos. Só que não dá pra ser crucificado em um bujão, senão aposto que a Dona Jenova teria o feito pra ver se é legal. E antes de chegar ao fim do Morro...

*Terceiro Vômito do dia* (Só tinha água no conteúdo da ânsia liberada)

A viagem de volta vou com apenas duas paradas até a chegada em casa, até porque não vomitei mais nada, afinal se eu já tinha liberado até a água, a próxima coisa que eu iria vomitar seria o meu pâncreas. O que não seria uma visão nada boa para as velhinhas samaritanas de botfogo que olham agente como recém-saidos do navio negreiro...

Cheguei em casa, e lá fui eu, passando mal, quase desmaiando, nervos estourando, instalar o bujão, fazer café e fazer a comida. Decidi não comer nada e nem beber, afinal, não queria ter o quarto vômito do dia... Tomei banho e fui dormir.

Aleluia! Acabou!!! Porra nenhuma...

Telefone toca, minha cabeça estourando e eu atendo com a simpatia de sempre, afinal, gente que pede os meus serviços liga pra casa. Mas nada, era a Dona Jenova, perguntando se o Fiote já estava em casa... Eu disse não, porque ela era que iria buscar. Ela me perguntou se eu era idiota, que ela estava ainda em Caxias, e ela me liga as 04:40 pm. A escola do moleque fecha as 05:00 pm. Distancia percorrida normalmente: 3º minutos.

Passando mal, ainda com cara de sono, passando mal, todo amarrotado e atrasado cheguei 10 minutos mais rápido, mas o moleque já estava sozinho. Coisa que eu odeio, é deixar o moleque abandonado em um lugar... E ela me chega em casa as 9:00 pm, dizendo que perdeu um tempo conversando com umas amigas... E queria que eu levasse o meu irmão de novo a escola... Você levou?! Nem eu...

Dormi as 9 da noite acordei às 10 da manhã, na verdade não pode se considerar dormir, eu entrei em coma durante um breve espaço de tempo. E o melhor... vou ficar um tempo sem ne, porque vou ser despejado por causa da minha mãe... É minha vida é uma porcaria!



Demiris Ikarus
(Ainda bem que ninguém
no Dona Marta me conhece...)

16 de março de 2009

Vida de Staff



Pois é, finalmente ocorreu o tão esperado Otaku Soul! Nem dormi do dia pro outro, até mesmo porque fico naquela de perder a hora, mas passa! Mas acabei me atrasando assim mesmo, sabem como é ônibus de madrugada em um domigo! Tinha que estar lá 6:30 am. Acabei chegando 6:45 am, tolerável pra quem vêm de botafogo!

Encontro o povo dos staffs: Sano, Sra. Ikarus, Yamin, Heero, Diogo e o Levi; e logo depois de mim, Júlia! Mas vejo um ônibus enorme obstruindo a porta, me assustei porque até pensei que era caravana, mas não era o povo que ia fazer excursão pra deus sabe onde, mas a noticia mesmo que o pessoal que não sabia é onde está o dono do clube para abrir aquela joça, tirando que o caminhão das coisas do evento quebrou e o organizador teve que arranjar um caminhão quebra ganho que parecia mais uma pick-up.

O evento abria às 9:00 am, entramos as 8:15 am, sacaram já como foram as coisas? Tudo correndo! E a coisa linda que quando nós vimos que o palco não estava montado. Eu como sempre encaixada a peça do quadrado no buraco do circulo, nem me propus a ajudar, até porque o Sano estava lá, resolvi colocar as mesas dos stands enquanto, os “homens” trabalhando.

Termino de montar as mesas e coloco TNT nelas e adivinha que os homens estão fazendo? Tentando descobrir como se monta as coisas, depois me informam que o cara que sabia montar foi demitido semana passada! Sano, que é o Cientista Maluco da equipe e também “organizador” foi requerido em outro lugar, e eu fui ver como estavam as coisas. Tipo assim, eu ao sou nenhum arquiteto ou engenheiro, mas tava tudo torno na minha concepção, e o povo todo trocando peças pra ver qual se encaixava.

Um dos caras fala que as peças são justas para ter firmeza, e que eram assim.

Agora veja na concepção desse Insano que vos fala:

1. As peças estavam todas lá.

2. Aquilo podia ser montado.

3. Por milímetros aquilo não era encaixado.

4.O cara que montava aquilo devia ser um funkeiro

Notaram que pra mim era questão de honra ajeitar aquilo, e quando o raciocínio e falta de tempo são seus inimigos, o que eu faço? Porrada! Martelei tudo com violência e deu tudo certo! Quem disse que violência não resolve as coisas. Tinha os sons ainda, a ser instalados, um monte de coisas a ser repassada ainda. Como horários e problemas de ultima hora.

Mas pelo menos, não tivemos os freqüentadores passeando e vendo staffs enlouquecidos correndo cada um por si e deus por todos. Quando abriram os portões estava tudo organizado e cada um nos seus lugares.

E lá vou eu pra cima do palco ficar anunciando as coisas, com um papel enorme com a programação das coisas, cansado de ficar carregando TVs pra lá e pra cá! Impressionante como eu não fiquei rouco, mas foi legal! Seria melhor uma companhia pra me ajudar a interagir, mas fazer o que?! It’s my life!

O operador do som sabia do que estava fazendo, não tive problemas nenhum problema com ele, muito pelo contrario, ele ajudou pacas na gincana e até mesmo na arrumação do palco. Nos intervalos deu pra aproveitar alguma coisa com a Sra. Ikarus; também posso me divertir, tá! Até ai tudo bem, tivemos uns brindes que eu não apreseitei, que foi o mayck, e ainda usou a Sra. Ikarus como garota de palco! Nem pude aproveitar minha saída de palco.

Após a banda, a apresentação cosplay! Eu dessa vez, liberei o palco pra ficar na surdina para não incomodar os cosplayers, fiquei junto com o operador de som, explicando a ordem dos CD’s, etc... Até que o Daniel, totalmente manguaçado, cheio de 51 nas idéias começou a tecer comentários sobre os cosplayers. E sim, eu tinha falar nome dos personagens em Japonês sem errar (um monte de gente sabe que eu mal falo português, o que dirá Japonês, e ainda com o microfone ligado).

O mais engraçado que eu não enxergo nada de longe, e Sano fica tentando que eu leia os lábios dele, e fazendo mímica! Mas é uma mula boiola mesmo! Mas nos entendemos no final das contas! Até que chega a última apresentação, o cara fazendo piruetas e caindo no chão do palco de maneira violenta! Juro que eu rezei pra não ter um desastre ali. Cada vez que ele caia no chão eu fechava até mesmo os olhos, tamanho era o medo, mas não é que o palco agüentou, para a minha surpresa!

Um apresentador maluco, os integrantes da gincana, duas bandas e um monte de cosplays saltitantes! Bestificante, não?! E Sano trazendo os brindes finais! Dessa vez fui logo ficando no palco até mesmo porque a Cris ia apresentar também! Dessa vez fiquei primeiro que o Mayck!

Que foi a premiação de tudo: games, cosplay, desenhos, e entregas de brinde!E cara de constrangimento da Sra. Ikarus, tirando foto ao lados dos vencedores. Aposto que ela nunca mais vai reclamar de vida de assistente de palco é fácil.

O Mayck e o Levi foram demais sempre dando apoio para nós, e ainda elogiando nosso serviço! Valeu mesmo apena! E o próximo será dia 19 de Abril! Não percam!

Demiris Ikarus
(Pernas dormentes, mas tudo certo)

14 de março de 2009

Acidente! E eu com isso?!

Olá! Caros de amido amidalite. Aqui volto eu, o insano mais odiado pelas massas (principalmente a de Capeletti). Uma coisa que a internê banda-larga faz uma coisa boa e má ao mesmo tempo. Você acaba parando de assistir TV, principalmente se você ainda não tiver gato-net ou não.

Até mesmo porque grande parte das coisas que passa e é interessante, como seriados, filmes, similares. Você acaba encontrando diversas outras coisas, mas você acaba também ficando meio que alienado. A grande ironia do mundo, uma ferramenta assustadora, mas que você não acaba vendo o que acontece na porta de sua casa.

Um exemplo mesmo aconteceu comigo, saio de manhã pra colocar o lixo do lado de fora, e vejo uma aglomeração na minha rua. E eu como adoro uma fofoca, voltei pra minha casa na mesma hora. Isso é um fato, pode ter um cadáver na porta da minha casa, se estiver vivo eu ajudo, senão eu passo por cima sem encostar no defunto, faço o que tenho que fazer e volto.

Pois bem. Volto pra casa e vou fazer minhas tarefas, lavar-louça, limpar a casa, etc... E como eu mesmo só gosto de ver coisas sobre a baixada fluminense (terrinha) eu acabo assistindo o balanço geral, programa da rede Record. Até que vejo, a minha patinha com a minha bermuda azul escuro e camisa surrada do Brasil ao fundo da câmera.

A notícia era que um caminhão de lixo desgovernou e acabou perdendo o controle na rua a qual eu estou exilado. Agora vejamos que esse povo de Botafogo é idêntico ao de Caxias, só que mais xenofóbico. Ficar discutindo sobre um caminhão de lixo que bateu na frente da casa do vizinho. É muita falta do que fazer...

E uma coisa legal que eu acabo de descobrir caçando a noticia na internê, descubro que esse mesmo caminhão que acertou uma casa aqui no meu exílio, foi exatamente o mesmo que tombou dentro do túnel Rebouças. Que engarrafou a manhã toda quase a Zona Sul inteira na divisão.

E sinceramente, isso eu não teria achado na interne! Afinal de contas, não caço todo santo dia o que acontece, eu apenas paro e assisto jornal e outros informativos, como vizinho fofoqueiro; que no Olavo Bilac funciona melhor do que TV por satélite. Mas assim, continuamos bem-informados, é só correr atrás da noticia, ms como eu sou preguiçoso, ainda vejo jornal!


Demiris Ikarus
(Ignorando gente que usa tragédia
como evento social)

19 de fevereiro de 2009

Quando o carnaval chega...

Olá! Caros sambistas de roda de rock em show gospel na área de ensaio da Orquestra Sinfônica de Petrópolis. Chegamos finalmente a doce época do carnaval. E pra falar a verdade eu gosto do carnaval, apesar de tudo, de dia tudo é bem calmo, todo mundo de porre, e você se sente naqueles filmes de zumbi que o mundo esta desolado. Mas logicamente como um ser que odeia multidão, nem boto minhas patas pra fora de casa a noite.

Não tenho nenhum grande ódio do carnaval, pra falar a verdade à única coisa que me irrita mesmo no carnaval é que a programação toda da TV se volta para o carnaval. Eu sinceramente, nunca tive a menor curiosidade de ir ao sambódromo. Imaginem meu interesse pra saber como é construído em mínimos detalhes um carro alegórico, numa escola de samba que nem é da minha terrinha... E eu querendo saber das noticias que acontecem na minha terrinha e no mundo, enquanto isso passando um monte de gente fazendo barulho para que as celebritês da TV e Socialaites ficarem exibindo sua lipoaspiração. Se eu quisesse mesmo ver isso, compraria a Playboy delas (já que a maioria já pousou para alguma revista dessa).

Realmente, é muito inconveniente, e tirando que praticamente toda a programação muda por causa do carnaval. Sim, eu sou um TV maníaco, mas ao contrario dos intelectuais de plantão que sempre tem com o discurso que “nada na TV presta”, realmente muita coisa presta e sim, mas cabe você ou não assistir. Senão gosta de ver algo na TV que esta no seu horário, vá fazer algum exercício ou mesmo ler um livro, etc...

Mas voltando ao assunto de carnaval (sim, eu tenho um sério problema de sair escrevendo e perder o foco), zapeando você só encontra carnaval. Até mesmo no RR Soares, criticando de acordo com sua interpretação sobre a bíblia. E tirando nosso querido TV Fama e o Superpop (não adiante nem reclamar que eu uma vez por semana me obrigo a ver essas porcarias, afinal pra criticar temos que saber...).

Mas o meu real problema é com a atual globeleza, que pra mim aquela vinheta é mais um comercial de prostituição infantil (a garota que faz aquela vinheta tem cara de 14 anos, e nem venham reclamar sobre o corpo que tem garota de 12 anos com muito mais corpo que antigamente (me sinto tão velho agora, bem que a Sra. Ikarus fala). Acho que de praxe, todo mundo que tem blog do tipo Nerd\Insano\RPGista, ter um ódio subliminar de carnaval. Eu sinceramente gosto de carnaval, uma boa época de pegar uns DVDs de filme e ficar assistindo enquanto o desfile começa na Sapucaí, de preferência aqueles que chega espirrar sangue na sua cara.

Acho que se só tirasse a vinheta de prostituição infantil, pra mim já estava bom. E de resto podia deixar do jeito que está, nunca tive muito problema mesmo. O único ecossistema que eu gosto é a minha casa e olhe lá! E ainda torço pela Grande Rio, só pelo fato dela ser de Duque de Caxias, e meus professores de histórias serem da bateria da escola (e sim, eles são fodas).

E que fique bem claro que eu não quero que o carnaval acabe, ele dá emprego a trocentas pessoas, e que geralmente esses trabalhadores querem que seus filhos melhorem de vida na base do estudo, lhe transformando em pessoas melhores. Assim, reduzindo a margem de Funkeiros por intermédio de ignorância. (Nota do Autor: Existe funkeiro Playboy de Zona Sul, estes tiveram a escolha e fizeram erradas. Estes sim, devem morrer).






Demiris Ikarus
(Se preparando para encarar
criancinhas rosadas em frenesis)

24 de janeiro de 2009

Incomodados que fiquem calados.

Olá meus caros leitores, e benvinda (é com “N” de acordo com a nova ortografia ) Fernanda ao meu Admirável Mundo Insano! Novamente eu aqui, até mesmo por falta de colaboradores insanos (não vou chamar o Luciano se não isso vira blog sobre anime XD), e se preparem para mais uma das minhas crônicas que não levam ninguém a lugar nenhum...

Mais um dos dias que eu estou voltando pra casa depois de visitar minha namorada (sim, insanas de plantão, encontrei alguém com o mal-gosto de gostar de mim XD), estava cansaço e tinha que encarar uma viagem de uma hora e meia, lá pras 10 horas da noite! E tinha esquecido de carregar o mp4, estava com uma baixa carga, então estava esperando eu pelo menos chegar a Avenida Brasil (20 à 30 minutos de viagem), pra depois ligar indo ao som de Avenged Sevenfold.

O ônibus estava até um pouco mais vazio do que o de costume, tanto que fui um dos primeiros há escolher o banco. E como todo insano de ônibus escolhi o mesmo banco que você escolheria, o mais alto, mais próximo da saída e com janela. Se tivesse mais de sete pessoas era muito.

Seria uma viagem tranquila comigo ocupando dois bancos (sim, faço isso mesmo e isso deu uma encrenca que depois eu posto!). Até que entre o desgraçado com o celular tocando funk. Na boa, eu enquanto passageiro da mesma Kombi chamada “inclusão digital” não reclamo e nem amaldiçoo esse efeito, já que eu vim nessa Kombi! Mas esse povo não tem bom-senso.

Tudo bem que o cara era maior que eu, mas entre nós e quem me conhece: acha mesmo que eu iria ligar que o cara tem o bíceps do tamanho da minha coxa?! Claro que não! Afinal, insano que é insano é sem-noção também. Fato!

E estava na cara que não estava incomodando só a mim, mas também aos outros cinco passageiros. E tipo, podia ser até mesmo Avenged Sevenfold que eu iria escutar, mas som muito alto e que se dispersa me incomoda. Até mesmo porque eu não gosto de ser inconveniente quando eu não quero, e quando sei que minha saúde está ameaçada.

Mas era um funk bem pesado, e adivinha a música que tocou em seguida? Uma evangélica; acredito que fosse da Aline Barros. Ai me vem à cabeça, que esse ser é totalmente bizarro, e o pior que ele gesticulava com vontade. Não me deu uma vontade de começar briga ali mesmo?! Sorte dele (ou minha) que eu estava de bom-humor, mas eu tive que provocar...

Soltei a seguinte frase enquanto olhava para fora da janela:

-Como uma p0##@ dessa me ouve funk e música evangélica ao mesmo tempo e não tem a mínima capacidade mental de colocar isso baixo pra si mesmo.

Sim, eu sou maluco! Sim, eu sabia que poderia perder alguns dentes com isso! Mas tem coisas que são mais fortes que eu. Quando eu voltei o meu campo de visão para o interior do ônibus, vi os outros nove passageiros (nesse meio tempo entram mais duas senhoras), balançando a cabeça afirmativamente, concordando comigo, alguns conscientemente e outros nem notaram que faziam o mesmo.
Mas infelizmente pra nação do blog eu não apanhei e nem dei o ganha pão pro dentista, o cara olhou em volta e desligou o aparelho celular, me olhou meio torto, mas voltou a encostar-se à janela. E eu acabei deitando nos meus queridos dois bancos e curtindo Avenged Sevenfold durante a viagem!

Possivelmente (e provavelmente) se eu mp4 estivesse totalmente carregado, eu teria ligado e o ignorado, na triste política de ônibus “os incomodados fiquem calados”. E deixaria meus companheiros de ônibus sofrer com o nosso querido evangélico-funkeiro (nota: se a próxima música fosse NX Zero ou Fresno, eu ia matar aquela cria aberrante).

A lição de fica é: Não faça nada que possa atrair a atenção no ônibus, sempre tem um Demiris por ai!

Demiris Ikarus
(Cuidado com o cara que ocupa dois bancos)

16 de dezembro de 2008

Jornal Irracional... (Post Inútil)


Ola meus caros praticantes de Kung-Fu bêbado, sem saber Kung-Fu!

To com um vicio agora de ler blog feminista e de ouvir podecasts! E do gostando! Algumas edições são legais, e garotas que cismam de escrever para nós a entendermos um pouco melhor. Claro que tem blogueiras praticamente taradas, que parece que ao escrever parece que elas estão traçando o primeiro feio que aparecer (tente encontrar uma delas por ai, você meu caro amigo que está seca). Ah, e sim. Eu tenho uma séria queda por mulheres inteligentes! Pode até ser a Marília Gabriella... (tem gente que gosta de cadáveres... logo, não me olhem assim...).


E a mania dos podecasts veio com a banda-larga! Porque os arquivos são realmente grandes, de 20 Mb até mesmo 70 mb, mas dependendo das pessoas que discurção. Como o Carecast – O podecast do Laboratório do Doutor Careca, discutem mais sobre nerdices de maneira épica como eu xingando fainkeiro! Falando de cinema, quadrinhos, etc... teve uma edição com os top Cinco, que eu chorei de rir, como os top 5 das novelas, filmes de comedia, trilha sonora, filme que passam de tarde, etc...


Pra quem quiser e tiver acesso a uma banda-larga (ou uma lan house com entrada com pendrive) vale apena baixar, eles estão na área de “E NA CELA AO LADO...” por quê realmente vale a pena. Estava conversando com um amigo, perguntando porque eu não divulgo esse meu blog, já que o “A Saga dos Assassino de Deuses” é mais para o fandom de CdZ e de Fanfic, que apesar da minha mente não aceitar muito bem isso! Mal lêem em frente do pc, preferem perder tempo futucar orkuts cheio de cadeados; mas fazer o que?!


Tanto que a dezenas de blog em comunidades do orkut voltados a divulgação, mas até que vale apena ser meio que indigente nesse mundo, gosto apenas de publicar as minhas insanidades, tem blog cheio de selos de outros blogs. Cheio de banner e diversos outras coisas que sujam, gosto do meu blog que eu coloco o link se eu quiser, sem mania nenhuma de parceria, além de ser um blogueiro regional de Caxias. Apesar de eu receber já uma visita dos estados unidos e da austrália, mas nada demais...


Desculpem mesmo por só estar escrevendo essas porcarias, mais estou cheio de textos de amigo oculto pra fazer, e ainda fazer relatório todo santo dia! Mas só reclamo por estar mesmo em cima do prazo por causa desse maldito PC... Mas enquanto isso, voltar ao regime de escravidão..


Demiris Ikarus
(Montanha pelo jeito anda dando umas
encoxadas no jutsu, no André Mercury)

13 de dezembro de 2008

Pra não deixar desatualizado...

Lenine - Todas elas juntas num so ser


Todas Elas juntas Num Só Ser
Lenine

Composição: Lenine / Carlos Rennó

Não canto mais Babete nem Domingas
Nem Xica nem Tereza, de Ben jor;

Nem Drão nem Flora, do baiano Gil;
Nem Ana nem Luiza, do maior;

Já não homenageio Januária,

Joana, Ana, Bárbara, de Chico;

Nem Yoko, a nipônica de Lennon;
Nem a cabocla, de Tinoco e de Tonico;

Nem a tigreza nem a vera gata
Nem a branquinha, de Caetano;
Nem mesmoa linda flor de Luiz Gonzaga,
Rosinha, do sertão pernambucano;
Nem Risoflora, a flor de Chico Science,
Nenhuma continua nos meus planos.
Nem Kátia Flávia, de Fausto Fawcett;

Nem Anna Júlia do Los Hermanos.

Só você,
Hoje eu canto só você;
Só você,
Que eu quero porque quero, por querer.

Não canto de Melô pérola negra;
De Brown e Hebert, uma brasileira;
De Ari, nem a baiana nem Maria,
Nem a Iaiá também, nem minha faceira;
De Dorival, nem Dora nem Marina
Nem a morena de Itapoã;
Divina garota de Ipanema,
Nem Iracema, de Adoniran.

De Jackson do Pandeiro, nem Cremilda;

De Michael Jackson, nem a Billie Jean;

De Jimi Hendrix, nem a doce Angel;
Nem Ângela nem Lígia, de Jobim;

Nem Lia, Lily Braun nem Beatriz,

Das doze deusas de Edu e Chico;
Até das trinta Leilas de Donato,
E de Layla, de Clapton, eu abdico.

Só você,
Canto e toco só você;
Só você,
Que nem você ninguém mais pode haver.

Nem a namoradinha de um amigo
E nem a amada amante de Roberto;
E nem Michelle-me-belle, do beattle Paul;
Nem Isabel - Bebel - de João Gilberto;

E nem B.B., la femme de Serge Gainsbourg;
Nem, de Totó, na malafemmená;
Nem a Iaiá de Zeca Pagodinho;
Nem a mulata mulatinha de Lalá;

E nem a carioca de Vinícius
E nem a tropicana de Alceu
E nem a escurinha de Geraldo
E nem a pastorinha de Noel
E nem a namorada de Carlinhos
E nem a superstar do Tremendão
E nem a malaguenha de Lecuona
E nem a popozuda do Tigrão

Só você,
Hoje elejo e elogio só você,
Só você,
Que nem você não há nem quem nem quê.

De Haroldo Lobo com Wilson Batista,
De Mário Lago e Ataulfo Alves,
Não canto nem Emília nem Amélia,
Nenhuma tem meus vivas! E meus salves!
E nem Angie, do stone Mick Jagger;
E nem Roxanne, de Sting, do Police;
E nem a mina do mamona Dinho
E nem as mina – pá! - do mano Xiz!

Loira de Hervê e loira do É O Tchan,
Lôra de Gabriel, o Pensador;
Laura de Mercer, Laura de Braguinha,
Laura de Daniel, o trovador;
Ana do Rei e Ana de Djavan,

Ana do outro rei, o do baião

Nenhuma delas hoje cantarei:
Só outra reina no meu coração.

Só você,
Rainha aqui é só você,
Só você,
A musa dentre as musas de A a Z.

Se um dia me surgisse uma moça
Dessas que com seus dotes e seus dons,
Inspira parte dos compositores
Na arte das palavras e dos sons,
Tal como Madallene, de Jacques Brel,
Ou como Madalena, de Martinho;
Ou Mabellene e a sixteen de Chuck Berry,
E a manequim do tímido Paulinho;

Ou como, de Caymmi, a moça prosa
E a musa inspiradora Doralice;
Se me surgisse uma moça dessas.
Confesso que eu talvez não resistisse;
Mas, veja bem, meu bem, minha querida;
Isso seria só por uma vez,
Uma vez só em toda a minha vida!
Ou talvez duas... mas não mais que três...

Só você...
Mais que tudo é só você;
Só você...
As coisas mais queridas você é:

Você pra mim é o sol da minha noite;
É como a rosa, luz de Pixinguinha;
É como a estrela pura aparecida,
A estrela a refulgir, do Poetinha;
Você, ó flor, é como a nuvem calma
No céu da alma de Luiz Vieira;
Você é como a luz do sol da vida
De Steve Wonder, ó minha parceira.

Você é pra mim e o meu amor,
Crescendo como mato em campos vastos,
Mais que a gatinha para Erasmo Carlos;
Mais que a cigana pra Ronaldo bastos;
Mais que a divina dama pra Cartola;
Que a domna pra Ventadorn, Bernart;
Que a honey baby pra Waly Salomão
E a funny valentine pra Lorenz Hart.

Só você,
Mais que tudo e todas, é só você;
Só você,
Que é todas elas juntas num só ser.


Demiris Ikarus
(Vendo que o PC vai pifar uma hora...)