21 de maio de 2008

Guia de Sobrevivência Urbana do Demiris

“Como assim Demiris, 'Guia de Sobrevivência'?” - você me pergunta! E eu te respondo meu caro ser devoto dos Ursinhos Carinhosos (peguei pesado né?!)Acho que todo mundo já ouviu e expressão 'selva de pedra' referido a cidade certo?!

Claro que aqui não temos Leões, plantas venenosas... mas temos trombadinhas, estupradores, ladrões e dentre outros. E situações que você realmente não consegue evitar, e se você assiste Ratinho, Wagner Montes, Datena, e outros “apresentadores sensacionalistas” teve ser tão paranóico que vive olhando para trás e se treme todo quando o cachorro da vizinha late com a aproximação de alguém certo?

A cruel realidade que aquilo pode acontecer com você, você querendo ou não, preparado ou não. Vira e mexe eu vou dar umas dicas de sobrevivência urbana que agente acaba colecionando pela vida sem perceber.Começaremos com os assaltantes de rua, entrando na cabeça desse ser vamos analisar. O cara esta te assaltando e provavelmente quer o que?

O celular!

Porque?

Se repararem o celular tomou o status do relógio, pois quem não lembra dos famosos rolex de ouro, ou relogios da Oriental. Apesar de mostrar apenas horas era simbolo de status, assim como celulares são, pois o conceito de apenas ligar já foi por água abaixo!Agora todos temos celular porque ta na moda, pra ouvir rádio, tirar fotos, ou porque é “munitin”. E reparem que geralmente estamos sempre mudando, porque tem um com uma função a mais, ou que é mais fininho, ou que você enjôou do seu! Pense agora como o assaltante, olhando pra você, você com aquele volume no bolso, andando distraídamente... Na boa, até você mesmo se roubaria no momento.Como por exemplo, toca o celular no meio da rua, o que você faz? Atende e continua o seu destino certo? Pelo menos é o que a maioria das vezes as pessoas fazem. Vai dizer que você nunca teve vontade de puxar o celular no momento e sair correndo no melhor estilo “trombadinha a cem metros com obstaculos”.

Tá, mas o celular tocou e você tem que atender, o que fazer?

Geralmente isso ocorre na rua, quando você esta passeando ou indo em algum centro comercial (entenda: muvuca). Entre numa loja, e atenda o celular lá dentro; ninguém vai te expulsar.

Aproveite e veja se não tem nenhum elemento atrás de você, pode parecer bem paranóico, mas pelo menos você não vai dar moleza para aquele cara de camisa do flamengo que tá andando trás de você a 10 minutos.

E senão tiver nenhum 'abrigo' deixa a porra do celular tocando até que você encontre um, a menos que você tenha casos na família de doença grave como derrame, e variantes, senão... pode esperar que não vai morrer, daqui a pouco a pessoa liga de novo ou você retorna!Ah, e de costume, de sempre uma olhada atrás de você. Nunca se sabe o que tem atrás de nós (além da nuca, das costas, da bunda, das batatas-da-perna e do calcanhar), pode ser desde o amor de sua vida ou a pessoa que vai tira-la não é?!

Uma outra ocasião clássica é a que você acabou de sair da balada\evento\noitada\similares, e tem que encarar aquela rua escura e maligna que fica no trajeto para o seu lar. Primeira coisa, tomando a referência do celular é coloca-lo no vibra-call, afinal se você vai sair, geralmente tem muito barulho, como pessoas falando, música alta, etc... e esquecer de abaixar a campanhia antes de encarar a situação acima é burrice! Tire da cabeça que as piores pessoas são os Legionários do Mal. Tem gente muito pior por ai, e quase nenhuma tá afim de virar seu “amiguinho”!

Outra, transportes alternativos por piores que sejam são, às vezes, a melhor saída para se livrar desse tipo de situação. E daí que demora 20 minutos até a sua casa? De Kombi você chega em cinco! Lembre-se que apesar de você não gostar da sua vida miserável, tem gente que você não quer ver sofrer se acontecer algo com você não é?!

Uma coisa que eu já tinha quase esquecido, se você é tão paranóico quanto eu, ou vai num lugar dito perigoso, sinceramente, não coloque dinheiro na carteira. Amasse tudo e coloque no bolso, ou dobre tudo e coloque no vão da calça. A pior coisa depois de ser assaltado é não ter dinheiro pra ir pra casa e ter que ligar pra alguém...

Claro que são situações hipotéticas, mas vai dizer que você nunca foi assaltado assim, ou pelo menos, não conhece alguém que foi assaltado assim?E a regra de ouro é... não tente dar uma de herói! A menos que você seja um suicida-como eu! Lembre que com uma vida você consegue um celular, mas com um celular, você não consegue uma nova vida!Depois eu falo de mais situações... ou vocês mandam as sugestões que eu traço o perfil do Assalto!

Inté a próxima matéria!

Demiris Ikarus
(maníaco-depressivo-com-distúrbio-bipolar-de-humor-com-baixa-auto-estima-com-complexo-de-herói )

15 de maio de 2008

(Re)Apresentação e Dragonlance

Ola povo, como repararam eu voltei em definitivo, e agora pra ficar! Mas devido aos outros membros incompetentes da Legião do Mal, que não ficaram atualizando o blog. Decidi largar o blog da Legião e começar carreira solo (de novo), ou fazer no máximo como eu fazia antes, você manda o seu texto para demirisikarus@hotmail.com e eu posto dando créditos a sua pessoa.












A linha do “Admirável Mundo Insano” seguira o mesmo do “Covil da Legião do Mal”, sem assuntos muito bem definidos mas de linguagem prática e de fácil entendimento, Porque esse não não é para se manter ligado, mas sim como um entretenimento, para quebrar uns poucos segundos da motonia de sua navegação de internet. =)












É a prova de inteligência saber ocultar nossa inteligência.” (La Rochefoucauld)



















Crônicas de Dragonlance












Um grupo de aventureiros de várias raças diferentes, reunidos em torno de um único objetivo, uma missão perigosa , envolvendo os mistérios de seu mundo e não apenas enfrentando um inimigo poderoso, mas vários e chances reduzidas de sucesso, mas suas próprias duvidas fraquezas e ambições. Esses são os elementos de várias histórias épicas, desde o livro que deu origem à fantasia medieval que conhecemos, a famosa trilogia do Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, como as campanhas de RPG.














Também são elementos da trilogia das crônicas de Dragonlance, escrito pelos autores de fantasia Margaret Weis e Tracy Hickman, e publicada pela Devir, que em breve terá um cenário de campanha em português (o único RPG que eu conheço que você joga com um roteiro!!!)














A história começa ágil, com ação imediata logo nos primeiros capítulos (um sério problema de O Senhor dos Anéis, que fora muito bem contornado por Peter Jackson). Mas sem esquecer os momentos de suspense e mesmo de terror, como a parte de “pesadelo-premonição” de... não vou falar não. Porém algumas partes, o ritmo pode ser considerado “rápido demais”, já que os escritores pulam algumas aventuras que ocorrem com os heróis, e que são mencionados apenas por passagem – isso quebra um pouco a famosa regra do “mostre, e não conte”, mas não chega a atrapalha a leitura da história, que segue um tom épico é temperado com bons momentos de humor (em especial as diabruras do kender-sem-noção Tas). Além disso, os autores sabem onde parar os livros, levando-nos a querer ler a continuação da narrativa e descobrir o que aconteceu com Tanis, Strum, Raistlin e os outros.















Alias, o desenvolvimento dos personagens é um dos pontos fortes da trilogia. Nossos heróis não são perfeitos: Tanis, apesar de tentar ser um bom líder para seus amigos e fazer a coisa certa, temendo falhar com eles, e tem a tendência de seguir a emoção e não a razão... E isso pode ser fatal quando se decide de que lado seus sentimentos pendem a balança (o que é feito com maestria, já que sendo Tanis um Meio-Elfo, ele pende para seus sentimentos entre Laurana, uma princesa elfica; e Kitiara, uma guerreira Humana). Sturm tenta manter sua honra, mesmo ao ver que o ideal que entregou sua vida pode ser um castelo de cartas. A ambição implacável por poder de Raistlin, da qual seus amigos estão muito cientes, assim como o fato que o mago sempre esteve certo... Até agora. Mas os personagens não ficam estáticos: Laurana, que começa a história como uma garota mimada, acostumada a ter o que quer, transformasse numa excepcional guerreira, mas que também tem seus pontos fracos – Essa falibilidade é mais um fator que nos faz com que nos identifiquemos com eles.












Além disso, a trilogia Crônicas de Dragonlance esta cheia de personagens secundários cativantes, como o poderoso e atrapalhado mago Fizban (alguém que não sabemos se é ou se faz de sonso); a preocupada elfa selvagem Silvara, que esconde um grande segredo; a arrogante elfa de Silvanesti, Alhana; e vários outros, formando um mundo rico e intrigante.












Sobre a tradução dele pela Devir, um porém: no primeiro livro da trilogia há vários erros de diagramação e tradução, que embora não cheguem a atrapalhar o enredo, demonstram que poderia haver uma melhor revisão, a qual felizmente, os outros livros da trilogia tiveram.












Se o livro é capaz de agradar aqueles que não o conhecem o cenário de Dragonlance, com certeza consegue agradar àqueles que o conhece, que deverão reconhecer as menções das lendas daquele mundo assim como seus famosos locais, como o mar de sangue ou a cidade de Tarsis – e os personagens mais marcantes de sua história.












Bem-vindos à Kynn!












Downloads












As Crônicas de Dragonlance (Vol.1) – Dragões do Crepúsculo do Outono












As Crônicas de Dragonlance (Vol.2) – Dragões da Noite de Inverno












As Crônicas de Dragonlance (Vol.3) – Dragões da Alvora da Primavera











Demiris Ikarus






(Vivendo antigos finais e novos começos,



ou seria ao contrário?!)